Marco Antônio Souza

<h2><strong>MARCO ANTÔNIO SOUZA <span style="color: #88ae27; position: relative; top: -38px; left: 4px;"></span></strong></h2>

MARCO ANTÔNIO SOUZA

cl6

Marco Antonio de Souza é carioca, tem 53 anos, é Sargento da Reserva Remunerada do Exército Brasileiro. Serviu 30 anos nas Forças Especiais (1983 a 2013) onde se especializou em Ações de Comandos, contraterrorismo, mergulho, salto livre, operações em área de selva, de montanha, de pantanal e de caatinga; é especialista em armamento leve, perito em tiro de alta precisão (sniper) e sobrevivência em ambientes hostis. Atuou em missões de paz da ONU, com destaques na pacificação da favela de Cité Soleil – Haiti (2007) e no socorro às vítimas do terremoto tambem no Haiti (2010). É casado e tem três filhos.

Nesse exato momento, um grupo de nós escovará os dentes, caprichará na barba, ou no baton, entrará numa roupa; dará um beijo em alguem que ama, abrirá a porta e dará de cara com algum tipo de desgraça. Aliás, para alguns nem será preciso sair de casa para experimentar os maus-tratos da vida. Quantos casos você já ouviu de pessoas baleadas dentro de casa e até dentro da barriga da mãe? E isso se repetirá, com outros de nós, amanhã e com outros depois de amanhã… Não se trata de alarmismo ou pessimismo meus, é a realidade da vida objetiva – não depende da vontade e nem do gosto de ninguém: simplesmente acontece e pronto! Vivemos em um dos lugares mais inseguros do planeta. Se em cidades consideradas seguras algumas coisas saem do eixo, imagina numa onde em apenas uma favela uma pessoa é morta de forma violenta a cada 4 dias? Essa coluna busca alcançar dois objetivos: convencê-lo dessa realidade, que a crise poderá chegar até você e; apresentar os conceitos, regras e técnicas para você ter maiores chances de sair vivo dela. 

Como mitigar as possibilidades de entrar numa situação de crise? Sim, claro que é sempre melhor evitar se expor ao risco. Mas se a crise é inevitável, o que fazer para sair vivo dela? Essa coluna focará nas situações adversas e recorrentes do nosso dia a dia, se apegando nos conceitos, regras, técnicas e macetes da sobrevivência cotidiana.     

 De um “arrastão” no transito parado, a um ataque de um pitbull no calçadão; de uma “saidinha” de banco, a uma tentativa de estupro no estacionamento do shopping center; de uma falsa blitz, à um fogo cruzado na via expressa. “E agora, o que eu faço: rompo com a minha incredulidade e ajo positivamente, ou “congelo” e torço para não morrer?” A resposta para a segunda pergunta é “não” – você nunca deve “congelar”. Mas para que isso não ocorra com você, é necessário que você tenha em mãos (ou na mente) o melhor “antídoto” anticrise do mundo: informação. E é isso que eu pretendo colocar aqui.  

<h2 style="color: #ffffff;"><strong>AO VIVO <span style="color: #ffffff; position: relative; top: -38px; left: 4px;"></span></strong></h2>

AO VIVO

Certifique-se de que o seu navegador tenha suporte para exibir o player, caso não tenha, pedimos que envie-nos um e-mail relatando o problema apresentado. Dúvidas, sugestões/críticas, envie-nos um e-mail para atendimento@comunictv.com, responderemos em breve. A cópia total ou parcial do conteúdo audiovisual é permitida, desde que sejam dados os devidos créditos à ComunicTV, em caso de dúvidas, entre em contato conosco.